Sexta-feira, 26 de Agosto de 2005

A.V.T. – Uma estória mal contada

No direito de resposta, Publicado no Semanário Transmontano, a Gerência da Auto Viação do Tâmega esclarece que:
Não devemos permitir que a coberto duma mentira, a honorabilidade da Câmara (?) e da Auto Viação do Tâmega (?) seja posta em causa.

Imprens@Livre acrescenta: A honorabilidade dos Jornalistas e das Pessoas, que tem a coragem de denunciar estes factos e que, por simpatia partidária, não vendem a alma ao diabo. Devemos, sim, permitir o direito dos Flavienses terem conhecimento dos possíveis procedimentos incorrectos dos seus autarcas e da gestão dos dinheiros Públicos.

Qual novela de Agatha Christie, mas com uma trama esfarrapada, tentam traçar um esquema geral em que pretendem explicar o inexplicável. É que afinal sempre existia a tal factura a que a jornalista do Semanário Transmontano aludira. no Artigo “Socialistas apresentam “provas” – Transporte para a festa do PSD facturado à Câmara”.

Agatha.JPG


Tentam organizar uma série de acontecimentos e acções, numa obra narrativa conspiratória e também organizar um esquema geral, com argumentações, em que procuram estabelecer conexões casuais, entre os distintos elementos da narração ou simples sucessão de uma sequência de acontecimentos.

Com o fim de que a trama resulte fácil para o leitor o gerente, da investigação (Venâncio Alves Feijó), vai semeando de obstáculos o desenvolvimento da investigação: diversos culpados ou suspeitos, novos casos, pretextos para desviar a atenção do leitor e tentar limpar o labéu do Presidente da Câmara João Batista.
Tenciona, com as suas parangonas, obter o efeito mais favorável para si e para o (PSD). Comparte com o leitor as pistas que vai tentando encontrar, mas não revela o seu verdadeiro significado até ao fim da novela, “pessoas, que por simpatia partidária até vendem a alma ao diabo”.

Eis os Factos:


Gerência da Auto Viação do Tâmega
– No dia 16 de Julho do ano em curso, o Sr. Ramos (funcionário superior da Câmara Municipal de Chaves), telefonou ao n/ gerente Sr. Venâncio Alves Feijó, a solicitar o aluguer de dois autocarros para o dia 17 (Domingo), esclarecendo que o serviço seria pago pelo PSD, dado tratar-se de transporte de pessoas que desejavam assistir à apresentação das listas daquele partido para as próximas eleições autárquicas.

tamega.JPG



Imprens@Livre
– O Sr. Ramos trabalha no Centro Cultural (antiga Estação de caminhos de ferro) a escassos metros da Auto Viação do Tâmega. Todos os dias, costuma ir ao “Bar” do super mercado “Alto Tâmega”, que como todos sabemos esta localizado no mesmo edifício da Auto Viação do Tâmega.
Se o serviço, como diz, não era para a C.M.C. mas sim para o PSD, Não seria muito mais plausível ou factível que o Sr. Ramos, em vez de telefonar (usando o Telefone do Centro Cultural para um serviço Partidário), se dirigisse pessoalmente ao escritório da A.V.T.?

O Sr. Ramos não faz parte da Concelhia Do PSD em Chaves
.
João Gonçalves Martins Batista – Presidente
Francisco António Taveira Ferreira – Vice-Presidente
Nelson Paulo Gonçalves Montalvão – Vice-Presidente
Alcino de Jesus Alves Sousa – Tesoureiro
José Ferreira de Moura – Presidente da Mesa.

Gerência da Auto Viação do Tâmega
– Dia 17 foi feito o serviço, com a utilização dos motoristas António Casas Rua e Telmo de Castro Frades. “A factura correspondente a esse serviço foi depois emitida com data de 22 do mesmo mês. A empregada que emitiu a factura, ela própria diligenciou a sua entrega no edifício do Centro Cultural. A partir daí desconhecemos as voltas dadas pela factura”.

Imprens@Livre
– A Factura (12098/B) é emitida, e muito bem, pela empregada “ela própria diligenciou a sua entrega no edifício do Centro Cultural” no dia 22 de Junho. “Findos os serviços”, os contratos, “voltam ao Sr. Venâncio, que por sua vez os entrega na contabilidade para dar origem à factura”.
Esta Factura, ficou inscrita no livro de registos da autarquia com o número 12.118.

Gerência da Auto Viação do Tâmega
– “No dia 13 deste mês, o Sr. Dr. Ramos telefona ao Sr. Venâncio dando-lhe conta que a jornalista do Semanário Transmontano confrontou o Sr. Presidente da Câmara com a denúncia de que a Câmara pagava serviços de transporte em favor do PSD, e que havia provas através duma factura desta empresa. Indagou se por erro da Auto Viação do Tâmega o serviço do PSD não tivesse sido facturado à Câmara. O Sr. Venâncio afirma-lhe que isso é impossível, pois ainda não tinha dado ordens para emitir a factura. E disse mais, não tenha pressa Sr. Dr. porque não desconfiamos do PSD, e vou tratar do assunto.
É que afinal sempre existia a tal factura a que a jornalista do Semanário Transmontano aludira
.
Afinal algo de muito estranho estava a acontecer no seio dos nossos serviços administrativos!”
De imediato pedimos por escrito à Câmara Municipal a devolução da mesma, ficando a aguardar a sua remessa
”.

Imprens@Livre
– Porque é que o Sr. Ramos (funcionário superior da Câmara Municipal de Chaves), somente no dia 13 de Agosto, quase um mes depois, Telefonou ao Sr. Venâncio?
Porque não se deslocou (ali tão perto) a empresa “Auto viação do Tâmega”?
Não tinha, o Sr. Ramos, conhecimento da Factura que foi entregue “no edifício do Centro Cultural”? e ficou inscrita no livro de registos da autarquia com o número 12.118.
E Isto é importante
: Se não era para ser paga pela Câmara Municipal de Chaves, porque ainda não foi devolvida a Auto Viação do Tâmega, para correcção?
Senão tem havido a denuncia... qual seria a atitude da Autarquia?
Também andam com “Excesso de Trabalho”?
Eu quando recebo correspondência que não é para mim, devolvo-a de imediato.

Em nenhuma Firma, que eu saiba, para emitir facturas, é preciso a contabilista ou a escrituraria, pedir autorização ao gerente!... Alias, como esclarece o comunicado da A.V.T., os contratos, “voltam ao Sr. Venâncio, que por sua vez os entrega na contabilidade para dar origem à factura”.
Porque motivo o Sr. Venâncio tinha que dar ordem para emitir esta factura em especial? Seria, este serviço, um Financiamento ilegal do PSD
?

Gerência da Auto Viação do Tâmega
– Cabe ao Sr. Venâncio a elaboração dos contratos de aluguer, que por sua vez os entrega aos motoristas que vão fazer os serviços, pois é obrigatório por lei fazerem-se acompanhar dos mesmos. Findos os serviços voltam ao Sr. Venâncio, que por sua vez os entrega na contabilidade para dar origem à factura.

CONT1.jpg



Imprens@Livre
– O Sr. Venâncio quando recebeu o Contrato de Aluguer 395 “do motorista Telmo”, para o entregar na contabilidade e dar origem a Factura, não reparou que, este, estava redigido em nome da Câmara Municipal? e sendo assim porque não fez a correcção, se como esclarece, “o serviço seria pago pelo PSD”?
Estaria, mais uma vez, com “Excesso de Trabalho

Escritorio1.JPG


Gerência da Auto Viação do Tâmega
– Como o serviço tinha sido pedido na véspera, o Sr. Venâncio não emitiu o contrato, por motivos que se prendem com excesso de trabalho. Entretanto, e no domingo de manhã, por telefone, pede ao Telmo, seu colaborador directo, para ver se ele pode desenrascar um serviço pedido pelo Sr. Dr. Ramos. O Telmo acede ao seu pedido e faz, com o motorista Rua o serviço. Porém, sabendo ele da obrigatoriedade do contrato acompanhar o autocarro, ele mesmo desenrasca o contrato, só que, infelizmente, emite-o em nome da Câmara Municipal. Confrontado porque o emitiu em nome da Câmara, disse que, como o serviço tinha sido pedido pelo Sr. Ramos, pensou que fosse para a Câmara.
O resto é fácil de perceber.

Imprens@Livre
– Porque misterioso motivo, o Sr. Venâncio, não assinou e mandou a sua funcionária passar o Contrato de Aluguer 395, sabendo ele, que é obrigatório por lei o contrato acompanhar o autocarro?
O excesso de trabalho, não lhe permitia sequer rubricar uma simples assinatura?
Entretanto teve que telefonar, ao seu colaborador Telmo, no dia seguinte (umas horas antes do serviço), “para ver se ele podia desenrascar um serviço pedido pelo Sr. Dr. Ramos”?
Como é que o seu colaborador directo (Telmo) vai fazer um serviço, sabendo e vendo, que é para transportar militantes de um partido político para um comício do PSD e, emite (desenrasca) o Contrato de Aluguer 395 em nome da Câmara Municipal, se não tivesse essas ordens e esses poderes?
Tem, o motorista Telmo de Castro Frades, poderes, constituídos, para assinar em nome da firma?
Sabe o Sr. Venâncio que, segundo a Lei, um Contrato para ser valido, têm que estar assinado pelo Alugador e pela Firma? Quem assinou, o Contrato de Aluguer 395, em nome do Alugador e da Firma? O motorista Telmo de Castro Frades?

Sendo assim, este cometeu
três ilícitos punidos por Lei. Usurpação de poderes (Cabe ao Sr. Venâncio a elaboração dos contratos de aluguer), Contrato Falso, e Falsificação de Assinaturas.
O seu colaborador directo é assim tão incompetente e estúpido?
Realmente “O resto” Não “é fácil de perceber”. Ou até será...?

Gerência da Auto Viação do Tâmega
– “À administração do Semanário Transmontano e à sua jornalista, sentimos o direito de esclarecer que não é assim que se faz jornalismo de qualidade... A responsabilidade destas parangonas é muito grande, e cabe à Câmara Municipal decidir-se por uma tomada de posição que, quanto a nós, deveria chegar à barra do tribunal. É que a malfadada factura não tinha asas para voar até à redacção do Semanário Transmontano, havendo nisto envolvimento de pessoas, que por simpatia partidária até vendem a alma ao diabo”.

Imprens@Livre
– O Sr. Venâncio acusa a administração do Semanário Transmontano e à sua jornalista (ML), por quem não sustenho nenhuma simpatia, de que “não é assim que se faz jornalismo de qualidade!
Pergunto eu, é assim, com esta qualidade, que se fazem os serviços na Auto Viação do Tâmega? Também estou de acordo em que “A responsabilidade destas parangonas é muito grande” e “deveria chegar à barra do tribunal”
.
Talvez assim o Sr. Venâncio pudesse esclarecer, como são feitos os Inúmeros contratos de Alugueres de Autocarros a Particulares, para Excursões a Fátima, Santiago de Compostela, Praia de Vigo todos os fins-de-semana e de Ferias para Espanha, etc., etc.

Talvez pudesse esclarecer porque motivo, Não são passadas facturas a estes particulares, Não é pago o Iva as Finanças e por sua vez as Finanças e o Estado, Não podem actuar contra estes particulares que fazem “Excursões Ilegais”.
Quem tem telhados de vidro, Não atira pedras ao ar, e “por simpatia partidária não deviam vender a alma ao diabo”.

Pode, as vezes, o Ministério Público de Chaves começar a investigar o financiamento ilegal de partidos e outras artimanhas muito estranhas que estão a acontecer no seio dos vossos serviços administrativos e no PSD.

Nota da Direcção do Semanário TRANSMONTANO
:
1 – De facto, não é nada difícil fazer luz sobre este enredo: a gerência da Auto Viação do Tâmega confirma que emitiu a factura à Câmara Municipal de Chaves, para se pagar de um serviço que prestou ao PSD;
2 – Mesmo assim, e depois de admitir em público que “algo de muito estranho estava a acontecer no seio dos nossos serviços administrativos” e de reconhecer que na sua empresa os contratos e a facturação são da responsabilidade dos que estão mais à mão para “desenrascar” serviço, a gerência da empresa que assim funciona ainda tem a veleidade de vir pôr em causa a seriedade dum trabalho jornalístico que, entretanto, não se atreve a desmentir;
3 – E, imagine-se, a sugerir que o assunto deveria chegar “à barra do tribunal”. Mas... descansem e continuem a desenrascar-se, que não vai parar a tribunal (apesar de os desafiarmos a processarem-nos). E não vamos nós porque fizemos o que nos competia, e também não vão vocês porque no Ministério Público de Chaves nunca ouviram falar em financiamento ilegal de partidos. Sem querer tecer mais considerações, deixando para os tribunais um possível aprofundamento desta matéria e seu julgamento,

A Trapalhada do Comunicado da Auto Viação do Tâmega, nada esclarece. De resto não é fácil de perceber. Pelo contrário enreda ainda mais este imbróglio. Deixemos para os tribunais o aprofundamento destes ilícitos
.
publicado por Flaviense às 22:39
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Quarta-feira, 24 de Agosto de 2005

Sem Água Não há Vida

No Boletim Municipal Nº 19 – Município de Chaves – Junho/Julho de 2005, o director João Batista, com a redacção e paginação da EDF (Elisabete Dias Fernandes), dedica toda uma Pagina (4) a Seca que se verifica no Pais – Poupe hoje para ter amanhã! Sem água não há vida.
Além de um “COMUNICADO”, Avisa, no temático “O QUE NÃO SE DEVE FAZER: – Deixar as torneiras a pingar”. POUPE.JPG POUPAR.JPG
Neste caso, realmente, vale mais uma imagem que mil palavras
.
Este marco fontanário, situado no “Largo da Pedreira”, está há mais de 15 dias no estado que a fotografia documenta, a correr em bica para o chão!

Bem prega Frei Tomás; olha para o que ele diz, não olhes para o que ele faz
.

Com exemplos destes, quem pode tomar a sério a divulgação da – Competência – de João Batista?
publicado por Flaviense às 12:09
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Segunda-feira, 22 de Agosto de 2005

Maquilhagens

Para que não haja confusões... Não foi só um Lifting... foi também uma lobotomia.

JOAOZINHO2.JPG


A personagem da direita, chama-se João Batista, é o actual presidente da CMC, que há mais de três anos e meio tenta distrair-nos com os seus embustes e utopias.

A personagem da esquerda, chama-se João Batista, com o seu novo “Look” – “Maquilhagem das Utopias”, é o candidato do PSD a presidente da câmara municipal de Chaves.

Uma fonte próxima do João revelou-me, que por recomendação dos seus novos assessores de imagem, “Lili Caneças”, João Castelo Branco, Cláudio Ramos e Marco Paulo, foi fazer um “Lifting” a “Corporación Dermo-Estética”.

O resultado está à vista, mais bronze, um penteado mais retocado e com madeixas aloiradas, pele esticada e rejuvenescida... bigodaço aparado e aloirado..., uns retoques na imagem e uma boca fechada porque “boca aberta, entra mosca ou sai asneira”, e aí temos um João, quase pronto para dizer "Vamos às gajas!"

Caso para dizer, quando não há mais nada para expressar, maquilha-se!
publicado por Flaviense às 17:52
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Honestidade? Abuso de Poder? Corrupção?

UMA VERGONHA A Auto Viação do Tâmega facturou à Câmara Municipal de Chaves o Aluguer de dois autocarros que, transportaram dezenas de pessoas das aldeias do Couto de Ervededo e da Agrela para Chaves, onde decorreu um Comício/Festa para a apresentação dos candidatos do PSD, às próximas autárquicas.

No dia 17 do passado mês de Junho, no Forte de S. Francisco, ocorreu a apresentação dos candidatos do PSD, às próximas eleições autárquicas.

PSDcand.jpg


Luís Marques Mendes, presidente da Comissão Politica nacional do PSD, que esteve presente, salientou o bom trabalho desenvolvido pelo autarca, “ao arrebanhar algumas dezenas dos presentes em dois autocarros pagos com dinheiro de todos os munícipes Flavienses”.
Disse ainda que João Batista é criticado pelos adversários políticos, pela contínua pratica de abuso de poder e utilizar meios da Câmara para fazer campanha eleitoral.

Quando interpelado, pela jornalista Margarida Luzio, o presidente da Câmara João Batista, considerou esta acusação “leviana” e desafiou os Socialistas a “provarem” a acusação de que o PSD andava a utilizar meios da Câmara para fazer campanha eleitoral.
João Batista disse mesmo: “desafio-os a provar o que estão a dizer”.
Garantiu que o serviço foi solicitado e pago pelo partido (PSD).

O PS aceitou o desafio e respondeu-lhe com a apresentação da cópia da factura 12089/B da Auto Viação do Tâmega, Lda., abaixo reproduzida.

Alem de fazer referência a um CONTRATO prévio, assinalado na factura com o N.º 395, o documento discrimina igualmente a data (17.07.05), o número de autocarros (DOIS) e o circuito. (CHAVES/COUTO/AGRELA E VOLTA). Também não pode haver qualquer Confusão com a entidade que solicitou o Aluguer. O N.º de Contribuinte (50120551) é o da Câmara Municipal de Chaves e não o do PSD.

FACT4.jpg

A empresa, Auto Viação do Tâmega, Lda., com sede no Largo da Estação, 5400-231 CHAVES, enviou para a CÂMARA MUNICIPAL DE CHAVES, LARGO DO MUNICÍPIO. 5400-000 Chaves, com a “DATA 22.07.2005, a Factura 12089/B, na importância Total A PAGAR de 200.00 €, com VENCIMENTO a 21.08.2005.

Segundo consta, a CÂMARA MUNICIPAL DE CHAVES, Cliente N.º 20 – N.º Contribuinte 50120551, solicitou a empresa Auto Viação do Tâmega, Lda., o “ALUGUER DE DOIS AUTOCARROS NO DIA 17.07.05, PARA A VIAGEM: CHAVES/COUTO/AGRELA E VOLTA, CONFORME CONTRATO N.º 395”. O PREÇO UNITÁRIO DESTE SERVIÇO foi de 200.00 €”
.

Esta factura, terá dado entrada na Câmara Municipal de Chaves, no dia 28 de Julho e terá ficado inscrita no livro de registos da autarquia com o número 12.118.

Confrontado com a evidente e indesmentível prova do delito, João Batista encurralado entre a espada e a parede, continua a negar a existência da factura na Câmara, considerando que a acusação faz parte do “terrorismo político” do PS!

Transm.jpg


Como se trata de uma acusação “muito grave”, esperamos que o autarca João accione, imediatamente, um “processo judicial” contra quem proferiu e divulgou tão “GRAVÍSSIMA” acusação: Auto Viação do Tâmega, PS e Semanário Transmontano.

Entramos no reino do vale tudo e utilizam-se descaradamente os meios, o pessoal, o dinheiro que deviam, prioritariamente e exclusivamente, estar ao serviço de todos os cidadãos do concelho, para beneficiar uma candidatura, de forma ilegal e antidemocrática.

A Câmara Municipal, por vontade e decisão de quem a dirige, esta, gradual e propositadamente, transformada na coutada privativa de apenas uns poucos, que a utilizam a seu bel-prazer e para satisfação dos seus privados e mais que conhecidos propósitos. Isto é de uma enorme gravidade. Negociatas destas marcam bem as políticas que João Batista quer para Chaves.

João Batista não é inimputável, um oligofrénico, uma asneira em forma de humanóide, um erro hilariante da natureza.
João Batista é o que é: é um infame sem remissão, um despudorado, um sem-vergonha da pior espécie e o poder absoluto de que dispõe faz com que proceda como um canalha, a merecer adequado correctivo.

Mais uma Prova da Honestidade!... de João Batista.
publicado por Flaviense às 17:43
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O Terror das Criancinhas

No passado dia 8 de Junho, a presidente do CPCJ, Maria de Lurdes Campos, baseando-se numa “denúncia”,conseguiu que fossem retiradas três crianças, de dez, cinco e dois anos de idade à mãe.
A decisão do Tribunal foi tomada com base num relatório da CPCJ, que dava conta que as crianças andavam na rua até “horas tardias” e do mais velho faltar “sistematicamente” à escola.
A mãe das crianças, viúva, com idade de 27 anos, vivia no Bairro Social dos Aregos, num apartamento (T3).
Esta medida causou, na altura, um sentimento de revolta nos moradores do bairro dos Aregos.

sozinhoemcasa2.JPG



Recentemente, no Bairro de São João a presidente da C.P.C.J., Maria de Lurdes Campos, numa das suas célebres investigações, retirou mais duas crianças, a custódia dos pais.

LOBA.jpg


As duas meninas, com idades de dois e três anos, foram entregues, cada uma delas, a duas tias paternas, uma vez que os pais não reuniam, segundo Lurdes Campos, as condições, mormente a nível de habitação.

Os pais das crianças António de 29 anos e Noémia de 25, que vivem em união de facto há cerca de cinco anos. estão alojados em duas caravanas, entre o Bairro de São João e o Bairro Social dos Aregos, desde há cinco meses.
As causas que levaram a esta drástica tomada de posição foi, segundo a super vereadora, tratar-se de um “casal problemático” e que os problemas não se resumem à falta de emprego e consequente falta de dinheiro. A super vereadora (mais conhecida como a Loba Má) avisa, desde já, que “as crianças não lhes vão ser entregues de qualquer maneira”.
De acordo com a mesma responsável (Loba Má), primeiro o casal tem de se consciencializar de que deve traçar um rumo de vida condigna, já que as informações de que a Comissão dispõe indicam que os locais onde trabalharam os pais das crianças mostraram alguma negligência para as funções que desempenharam. *

Vida condigna
– a vereadora não permite uniões de facto, por isso, devem contrair matrimónio (católico). Devem ainda, filiar-se no PSD, para conseguirem ter um emprego na Câmara Municipal, na Junta de Freguesia, ou nas Termas. Não devem fazer Caravanismo Selvagem.

Quanto a expressão “tem de se consciencializar de que deve traçar um rumo de vida condigna, já que as informações de que a Comissão dispõe indicam que os locais onde trabalharam os pais das crianças mostraram alguma negligência para as funções que desempenharam”, também se pode aplicar aos autarcas do Município de Chaves.
Eles, também têm telhados de vidro:
Campanha política com os dinheiros Públicos. Pagar Facturas de Transportes de Militantes para comícios Partidários, com o dinheiro de Todos os Munícipes. Clientelismo. Perseguir e ameaçar quem não é da cor ou Militante do PSD. Obras de Carácter Eleitoralista. Desprezar os Comerciantes da Freguesia de Santa Maria Maior.

Uma das próximas, grandes, medidas a ser tomada pela super vereadora será, retirar os filhos aos casais de Etnia Cigana, que se encontram acampados, com as suas famílias, em Caravanas e Auto Caravanas, na Cidade de Chaves. A seguir seguem-se as crianças que vivem em habitações degradadas e as que tem os pais desempregados ou com empregos precários.
A Betinha, já recebeu também um aviso.

O Clube de Campismo e Caravanismo de Chaves, já mandou colocar na entrada do Parque de Campismo da Quinta do Rebentão, uma placa com os dizeres: “Avisam-se todos os utentes que, segundo ordens da Super Vereadora da CMC, é Proibida a permanência de Crianças em Caravanas ”.

lobomau.JPG



No Concelho de Chaves, para assustarem as crianças que se portam mal, os pais dizem-lhes: “Se não te portas bem, vem a vereadora Campos que te leva”.

É interessante e curioso verificar, que, ainda há pouco tempo, os “Comunistas” eram acusados, pela direita reaccionária, de “Comer Criancinhas”...
publicado por Flaviense às 17:00
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Mensalão

O outro rosto do Neves. MUDOU.jpg

O Pasquim, financiado pelo presidente João Neves, deixou de ter os seus escritórios, na Rua Direita, n.º 70, 2.º andar, sala 3. Mudou-se para a freguesia de Santa Cruz / Trindade, para um local pertença de João Neves (1.º intransigente). Neves.bmp
Para bom entendedor...
publicado por Flaviense às 16:31
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Terça-feira, 16 de Agosto de 2005

Dr. Mário Gonçalves Carneiro

Em 1945, as termas não passavam, de uma “nascente” onde, apenas existia uma “Buvete” de água não captada.
Próximo da “Buvete” realizava-se semanalmente a Feira do Gado, e no ribeiro vizinho, “Rivelas”, lavava-se roupa doméstica.
No poço de água quente chamado “Fonte dos Militares” depenavam-se galinhas e procedia-se a lavagem de garrafões.
Próximo da “Buvete” existiam algumas pensões rodeadas de terrenos onde eram lançados os estrumes de animais para adubar as plantações hortícolas.

Termas1b.jpg
Foi este o estado de coisas que o Dr. Mário Carneiro teve que enfrentar quando, em 1945, assumiu a direcção Clínica das Termas.

Conforme consta do relatório da época termal de 1946, fez vistoria aos estabelecimentos hoteleiros de Chaves, conseguindo uma assinalável melhoria das condições de higiene e da preparação dos banhos, obrigando-os à desinfecção das banheiras.
Conseguiu também a proibição da recolha dos animais nas lojas das habitações circundantes. Abriu inquéritos, alguns deles por falta de higiene; isolou a fonte de utilização pública da única de uso terapêutico; conseguiu a impermeabilização das fossas; o afastamento das pocilgas; a cobertura dos canos de esgotos e a proibição de despejos de dejectos no Rio Tâmega.
Conseguiu, logo no primeiro ano, instalar no local das Termas um gabinete de atendimento e deu, durante muitos anos, consultas gratuitas à maioria dos doentes.
Em apenas um ano a clientela das Termas de Chaves subiu em número e em categoria.
O Dr. Mário Carneiro reconhecia que esta era uma primeira vitória numa longa luta. Solicitou a Autarquia que procedessem ao desvio do leito do “Rivelas”. Tendo obtido a aprovação do Ministério das Obras Publicas.

Mas... como nessa altura, não havia ajudas da “C.E.E.”, nem havia “Programa Polis”, devido a “alguns erros e desmandos de varias Autarquias (sublinho Autarquias), e, principalmente pela escassez de verbas para obra de tanta monta, chegaram estas a um estado de total rotura”.
O Sonho, de Mário Carneiro, teve que ser adiado. Foi feita a proposta para que “seja considerada abandonada a nascente Caldas de Chaves.
A concessão das Caldas foi retirada à Câmara em 6 de Junho de 1947
”.
Em nenhuma altura, foi imputada qualquer responsabilidade ao Dr. Mário Carneiro, como, alguns facciosos esquizofrénicos, querem tentar insinuar. Pobres Tontinhos.

Para conseguir a continuidade das Termas, em 1949, a exploração das Aguas das Caldas muda para mãos de particulares. A gestão foi entregue ao banqueiro Cândido Sotto Mayor.
Interesses privados
fizeram com que, que durante parte deste período, Mário Carneiro interrompesse a Direcção Clínica das Caldas, embora nunca tenha abandonado o exercício da clínica termal no balneário.
Não obstante as circunstâncias difíceis que encontrou, e a incompreensão de muitos, na sua saudável teimosia, o clínico nunca se deu por vencido.

Apesar de algumas melhoras, significativas, como a construção da actual ”Buvete” e um balneário provisório, para tristeza do médico Mário Carneiro, o seu grande sonho e projecto não chegou, mais uma vez, a concretizar-se.
Por despacho do Ministerial do Secretario de Estado da Industria, de 10/11/1960, publicado no Diário do Governo n.º 279 – III Série, de 30/11/1960, foram marcados prazos ao concessionário das Termas de Portugal, para cumprimento das clausulas impostas pelo alvará, nomeadamente a revisão das “captagens” e a construção do Balneário e Hotel.

Em 1963, a exploração das Termas regressado à Autarquia.
Deus quis, o Dr. Mário Carneiro sonhou e a Obra aí esta.
Em 1945 foi nomeado Director Clínico de uma “Fonte”. O seu Sonho, era transformar as Termas de Chaves numa das melhores do País,
Dessa “fonte”, com a sua perseverança, fez “brotar” umas Termas que são hoje o orgulho da cidade e dos Verdadeiros Flavienses.

A sua devoção à causa das Termas valeu-lhe o reconhecimento da Cidade e do País ao lhe ser atribuído, pelo Presidente da Republica Dr. Jorge Sampaio, o grau de Grande Oficial da Ordem de Mérito, em 10 de Junho de 1977. Presidente_.JPG

Das outras Homenagens de que foi alvo destacam-se:
Homenagem dos amigos, nos 25 anos de actividade nas Caldas de Chaves.
Homenagem do Grupo de Amigos das Caldas de Chaves nos 40 anos de actividade. Medalha Municipal de Mérito – Grau Prata (1993).
Medalha Municipal de Mérito – Grau Ouro (1995).

Medalha.jpg


Fevereiro de 2004 – Foi Homenageado pelo Ministro da Saúde, Dr. Luís Filipe Pereira com a entrega da Medalha de Serviços Distintos (Ouro).
Homenagem da ordem dos Médicos por 60 anos de pratica clínica em Março de 2004.

Em Março de 2004 decidiu abandonar o exercício da medicina e consequentemente o cargo de Director Clínico das Caldas de Chaves.

Busto.jpg


Deixou um Complexo Balnear de nível Europeu.
publicado por Flaviense às 21:38
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